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Título: Caracterização anatômica e fitoquímica da Physalis angulata L. e seu efeito sobre células de indivíduos com mielopatia associada ao HTLV-1
Autor(es): Grassi, Maria Fernanda Rios
Ferraro, Geraldo José Argôlo
Vale, Ademir Evangelista do
Silva, Lazaro Benedito da
Ferreira, Léa Maria dos Santos Lopes
Palavras-chave: HTLV-1. Physalis angulata. Fisalina F. Anatomia. Fitoquímica. Antioxidante. Linfoproliferação.
Data do documento: 24-Jul-2018
Instituição de ensino de defesa da tese ou dissertação: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Medicina e Saúde Humana
BAHIANA
BAHIANA
brasil
Descrição: Physalis angulata L. é uma planta da família Solanaceae amplamente utilizada na medicina popular. Metabólitos secundários com potencial farmacológico, incluindo fisalinas que exibem atividades anti-inflamatórias, imunomoduladoras e antiparasitárias, foram identificados nesta espécie. Poucos estudos investigaram os locais de armazenamento de metabólitos secundários na planta e o efeito dos bioativos na linfoproliferação causada pelo vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV-1). Objetivos: Caracterizar as estruturas anatômicas vegetais, o perfil fitoquímico dos extratos e avaliar o efeito da Physalis angulata em linfócitos de indivíduos infectados pelo HTLV-1 Material e métodos: Foram empregadas técnicas de microscopia eletrônica e óptica convencional para a caracterização anatômica dos órgãos da P. angulata (folha, raiz, caule e frutos). Extratos metanólicos de folhas, raízes, caule e frutos foram qualitativamente caracterizados pela presença de esteroides, terpenoides, taninos, alcaloides, saponinas, flavonoides, antraquinonas, cumarinas, teor de compostos fenólicos totais e conteúdos de flavonoides. A capacidade antioxidante desses extratos foi determinada pela atividade de sequestro de radicais livres do DPPH. Para avaliar o efeito do extrato da P. angulata e Fisalina F sobre a linfoproliferação, células de três indivíduos infectados pelo HTLV-1 e três controles não infectados foram cultivadas em presença de diluições seriadas do extrato e da Fisalina F por 5 dias. As células foram pulsadas por 18h com 1μCi 3H- Timidina. Além disso, foi realizado a análise do ciclo celular, na presença ou ausência da Fisalina F e do extrato. Resultados: Os estômatos anisocíticos localizados na face abaxial foram mais abundantes que os estômatos na face adaxial. Tricomas foram evidenciados mais abundantes ao longo das nervuras do pecíolo, caules, além da margem nas sépalas e pétalas e dispersos no ovário. Esteroides e terpenoides estiveram presentes nas folhas, caules e frutos de P. angulata. Saponinas eram exclusivas nos frutos. A triagem fitoquímica não detectou flavonoides, antraquinonas e alcaloides em todas os extratos metanólicos das partes testadas da planta. As maiores capacidades antioxidantes foram identificadas nos extratos foliares e frutíferos, possivelmente devido à presença de compostos fenólicos nesses órgãos. O IC50 encontrado para Fisalina F foi 3,0 μM e o IC50 do extrato etanólico do caule de P. angulata foi de 7,0 μg. A Fisalina F e o extrato da P. angulata inibiram a proliferação espontânea de células infectadas de HTLV-1 e reduziram o número de células em processo de mitose. Conclusão: Este estudo descreveu as características anatômicas e bioquímicas de P angulata e identificou órgãos do indivíduo abundantes em antioxidantes (folhas e frutos) e esteroides (possivelmente fisalinas; folhas). Fisalina F e extrato de P. angulata apresentaram um efeito inibitório sobre células de indivíduos infectados pelo HTLV-1, diminuindo a proporção de células em divisão celular.
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Idioma: pt_BR
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